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terça-feira, 2 de agosto de 2011

População mundial deve chegar a 7 bilhões em outubro

                                                                                                                                                                                                         Midiamax

Uma projeção feita pela ONU (Organização das Nações Unidas) aponta que no mês de outubro, provavelmente no dia 31, o mundo passará a ter sete bilhões de habitantes, o que promete aprofundar os desafios sociais e ambientais do planeta.

A pesquisa da ONU foi publicada no jornal Science, em um estudo que mostra que avanços médicos e uma saúde melhor permitiram que a expectativa de vida da população mundial aumentasse. Além disso, alguns países, como a Índia, têm uma taxa de natalidade elevada.

A ONU acredita que, diante das taxas de natalidade dos países em desenvolvimento, são eles os responsáveis por ter promovido a elevação da população mundial em um bilhão de pessoas em apenas doze anos, já que em 1999, o mundo somava seus seis bilhões de habitantes.

Segundo o estudo, a primeira vez que o planeta registrou um bilhão de pessoas foi em torno de 1800. Para chegar a dois bilhões de pessoas, o mundo precisou de mais 125 anos. Mas, apenas nos últimos 50 anos, a população mundial passou de três para sete bilhões.

A expansão continuará e ocorrerá nos países mais pobres. Até 2050, estima-se que o mundo terá 9,3 bilhões de pessoas, das quais 97% do crescimento ocorrerá nas regiões mais pobres.

O líder do estudo, o economista David Bloom, afirma que o maior crescimento foi na década de 60 e 70 e que agora as áreas mais frágeis do planeta estão crescendo. Para ele, a questão da pobreza e desigualdade que virão com o aumento da população nessas áreas promete desestabilizar regiões inteiras.

Com esse crescimento, alguns desafios atingem a população. Um deles é a diminuição de gás carbônico e a poluição cada vez maior. Na avaliação do diretor do Programa Mundial da ONU para o Meio Ambiente, Achim Steiner, não há outra solução senão a mudança de padrão de consumo e da base tecnológica, criando um mundo verde.

Outro desafio é o dos alimentos. Com a expansão demográfica e maior renda, a população mundial exigirá uma produção de alimentos 75% superior até 2050, o que exigirá investimentos importantes e a constatação por parte de governos de que os preços de alimentos continuarão elevados.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

DO PORTAL ESTADÃO - Greve de fome de estudantes intensifica manifestações no Chile

Um grupo de 34 alunos do ensino médio não come há uma semana; oposição rejeitou convite para encontro com o presidente Sebastián Piñera

Trinta e quatro alunos chilenos do ensino médio, todos menores de idade, fazem greve de fome há uma semana em protesto contra o sistema educacional do país. Segundo a agência de notícias Ansa, o ato intensificou a onda de manifestações estudantis que exigem uma educação estatal gratuita e de qualidade.

O financiamento estudantil está no centro dos protestos dos jovens chilenos porque todo curso universitário no país é pago, mesmo nas instituições públicas. Quem não tem dinheiro é obrigado a pegar empréstimo bancário. E, desde os anos 90, as dívidas de crédito educativo são administradas por bancos, com taxas de mercado.

Toda semana, desde junho, dezenas de milhares de alunos dos ensinos médio e superior saem às ruas da capital, Santiago, para pedir uma ampla reforma. Já enfrentaram várias vezes bombas de gás lacrimogêneo e a ameaça da cavalaria da tropa de choque da polícia, os carabineros.

A crise levou o presidente Sebastián Piñera a demitir oito ministros apenas na última semana, entre eles o da Educação. Nesta quarta-feira, 27, os dirigentes dos partidos de oposição ao governo se negaram a participar da reunião convocada por Piñera para discutir uma solução à greve estudantil.

"É necessário que o governo dialogue primeiro com os atores sociais", disse o senador e presidente do Partido Democrata Cristão do Chile, Ignácio Walker, citado pela Ansa. Também fazem parte da coalizão de oposição conhecida como Concertación os partidos Socialista, Radical Social Democrata e Partido pela Democracia.

A decisão da oposição foi criticada pelas autoridades. O presidente da secretaria geral do governo, Andrés Chadwick, afirmou que lamenta "que a Concertación não tenha estado à altura".

Já os presidentes do Partido Comunista (PC) e do Movimento Amplo Social justificaram a ausência no encontro porque não seria uma cúpula com todos os partidos políticos do país, mas reuniões em separado.

De acordo com a Ansa, o novo ministro de Educação, Felipe Bulnes, disse hoje que convidou os estudantes, professores e representantes "do mundo escolar", "cada um deles individualmente", para "entender suas inquietações", mas que o convite foi recusado. Bulnes acusou os manifestantes de "intransigentes".

segunda-feira, 27 de junho de 2011

TELECURSO - A RIQUEZA DAS NAÇÕES

Como se mede a riqueza de uma nação? Por que existe tanta desigualdade? Já tentaram diminuir essa diferença entre ricos e pobres? Nesta teleaula, você vai obter as respostas para essas perguntas.

Classe C ganha 39,5 milhões de pessoas, diz FGV

Do início de 2003 até maio deste ano, aumento foi de 46,57%.
Gabriela Gasparin Do G1, em São Paulo

Do início de 2003 até maio deste ano, 48,7 milhões de pessoas entraram nas classes A, B e C no Brasil, quase a população da Espanha, um crescimento de 47,94%, aponta pesquisa divulgada nesta segunda-feira (27) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Somente na classe C foram 39,5 milhões de novos integrantes no período, um aumento de 46,57%. Paralelamente, 24,6 milhões de pessoas deixaram a classe E, queda de 54,18%, e 7,9 milhões, a classe D, recúo de 24,03%, o que mostra que a desigualdade no país vem caindo, afirma o professor Marcelo Cortes Neri, coordenador da pesquisa.

“Você está falando de crescimento em cima de crescimento (…). Ela [classe C] já cresceu porque a renda do brasileiro vem crescendo desde o fim de 2003, e a desigualdade vem caindo há 10 anos. Esses são fatores fundamentais para este cenário de crescimento. O terceiro fator é a estabilidade, seja a inflacionária, seja o choque de confiança que foi dado aos mercados.”

De acordo com Neri, além do crescimento da renda e da queda da desigualdade, a educação é outro fator que colabora para o aumento da classe C. “A nossa pesquisa mostra que, só pelo efeito da educação, se tudo se mantiver constante, a renda do brasileiro cresceria 2,2 pontos percentuais por ano, o que é bastante”. Ele citou ainda programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, que foi importante para a classe E, e o aumento do salário mínimo, importante para a classe C.

Do total de novos integrantes das classes A, B e C, 13,3 milhões passaram a fazer parte dessas fatias sociais nos últimos 21 meses encerrados em maio, salienta o professor, o que mostra que o crescimento continua.

Crescimento do PIB versus alta da renda

A pesquisa revela ainda que a renda do brasileiro cresce em proporções maiores que o Produto Interno Bruto do país, o que diferencia o Brasil de outros países dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

De 2003 a 2009, a taxa de crescimento do PIB per capita foi, em média, de 2,88% ao ano, sendo superada em 1,83 ponto percentual ao ano pela renda da pesquisa nacional por amostra de domicílio (Pnad), que foi de 4,71% ao ano.

Entre as duas últimas Pnads, essa relação quase dobra, diz a pesquisa. O PIB per capita recúa 1,5% em 2009, contra um crescimento de 2,04% na renda da Pnad.

Na China e na Índia, o movimento foi oposto, disse o professor, pois o PIB cresceu mais do que as pesquisas domiciliares daqueles países.

sábado, 11 de junho de 2011

BBC BRASIL - Sondas lançadas em 1977 atravessam 'mar magnético' no espaço para sair do Sistema Solar

Naves Voyager estão há 33 anos revelando dados dados sobre planetas distantes da Terra

sexta-feira, 10 de junho de 2011

PORTAL G1 - Prazo para se inscrever no Enem termina às 23h59 desta sexta-feira

Taxa de inscrição de R$ 35 deve ser paga até segunda-feira (13).
O exame será realizado nos dias 22 e 23 de outubro.
Do G1, em São Paulo

O prazo de inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2011) será encerrado às 23h59 desta sexta-feira (10). O exame será realizado nos dias 22 e 23 de outubro. A taxa de inscrição é de R$ 35 e poderá ser paga com o boleto bancário gerado no ato da inscrição até segunda-feira (13).

O Enem é utilizado por muitas universidades públicas para o acesso ao ensino superior. Também pode ser utilizado para se obter a certificação do ensino médio. Com expectativa de receber seis milhões de inscrições para o Enem, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão vinculado ao Ministério da Educação, registrou até a noite desta quinta-feira (9) mais de cinco milhões de inscritos. Para receber tantas inscrições, o Inep dobrou a infraestrutura tecnológica para receber até 120 mil inscrições por hora. Segundo Andrea Kern, diretora de Tecnologia de Informação do Inep, nenhum outro órgão da Esplanada dos Ministérios tem uma estrutura tão robusta, que chega a capacidade de tráfego de 10GBps.

sábado, 4 de junho de 2011