terça-feira, 17 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
VEJA - China já é a segunda maior economia do mundo
Xangai, o maior centro comercial e financeiro da China (Peter Gridley)
A China ultrapassou o posto do Japão de segunda maior economia do mundo, afirmou o vice-presidente do Banco Central chinês, Yi Gang, em uma entrevista publicada nesta sexta-feira. A meta agora é ultrapassar os Estados Unidos, economia número um do mundo, o que deve acontecer por volta de 2025, segundo projeções do Banco Mundial e do Goldman Sachs.
A China ultrapassou o posto do Japão de segunda maior economia do mundo, afirmou o vice-presidente do Banco Central chinês, Yi Gang, em uma entrevista publicada nesta sexta-feira. A meta agora é ultrapassar os Estados Unidos, economia número um do mundo, o que deve acontecer por volta de 2025, segundo projeções do Banco Mundial e do Goldman Sachs.
Na última semana, a Agência Internacional de Energia afirmou que a China havia ultrapassado os EUA como maior consumidor de energia.
Tomar o posto do Japão pode dar à China o direito de se gabar. No entanto, sua renda per capita de US$ 3,800 por ano é apenas uma parte da renda do Japão ou dos Estados Unidos.
“A China ainda é um país em desenvolvimento e nós deveríamos ser inteligentes o suficiente para reconhecê-lo”, afirmou Yi Gang, chefe do órgão regulador de câmbio, nesta sexta-feira, quando questionado se o momento é propício para o yuan se tornar uma moeda internacional. “Nós precisamos ser modestos e não chamar a atenção. Se o mundo escolher o yuan como moeda de reserva, nós não vamos tentar impedir, mas também não vamos nos esforçar para que isso aconteça”, completou.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
DO PORTAL G1 - Terremoto no Equador interrompeu programa transmitido ao vivo na TV
Um terremoto de magnitude 7,1 foi registrado nesta quinta-feira (12) na região central do Equador, às 8h54 (horário de Brasília), a cerca de 177 quilômetros a sudoeste de Quito e a 186 quilômetros de profundidade, informou o Centro Geológico dos Estados Unidos (USGS).
O tremor interrompeu a transmissão de um programa de TV, que ocorria ao vivo, mostrando imagens do estúdio balançando.
Segundo relatos, o terremoto foi sentido em todo Equador, mas não há informações sobre vítimas ou danos materiais. Liliana Troncoso, técnica do Instituto Geológico (IG), qualquer possibilidade de que o tremor origine um tsunami. "É um sismo de grande magnitude" e de "longa duração", disse a cientista, mas descartou que se fale de "terremoto" porque normalmente esse evento é associado a danos materiais e, até o momento, não se tem informação de que tenham sido produzidos.
Além disso, disse que o IG "não descarta" que existam réplicas, mas que a hipótese é que, ao ter se produzido em uma profundidade "importante", sejam de uma "magnitude menor" e possivelmente não sentidas pela população.
Troncoso descartou os dados de alguns meios de comunicação locais que anunciaram que aconteceram dois eventos sísmicos seguidos.
A emissora "Sonorama" informou, além disso, que na cidade de Guayaquil e seus arredores o tremor provocou alguns cortes de energia, mas as autoridades ainda não informaram de possíveis danos.
Com informações da Efe
terça-feira, 10 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
DO PORTAL TERRA - Estudo: escolas que sofrem com bullying têm menor rendimento
Escolas em que se observaram mais atitudes agressivas entre os alunos estão entre aquelas que apresentaram as avaliações mais baixas em Português e Matemática na Prova Brasil de 2007. A relação foi identificada pelo cruzamento de uma pesquisa com os resultados do teste que afere anualmente a evolução da qualidade do ensino básico. As informações são da Agência Senado.
O tema foi abordado pelo pesquisador José Batista de Albuquerque em audiência nesta quarta-feira na Comissão de Educação, Cultura e Esportes (CE). Da lista de comportamentos agressivos, constam o bullying e preconceitos
O pesquisador disse, após a audiência, que os dados não permitem estabelecer uma relação de causa e efeito entre os dois problemas - ou seja, não é possível dizer que o preconceito é a causa determinante do baixo desempenho. No entanto, mesmo isolando outros elementos, ele disse ser ainda possível atribuir as variações dos resultados em provas a atitudes, crenças e valores dos atores do ambiente escolar. Da mesma forma, influem aspectos como a distância social e o conhecimento de situações de bullying em que professores e funcionários são vítimas.
"Essa pesquisa consegue apreender esse fenômeno, quantificando estatisticamente um desempenho negativo influenciado por esses elementos", disse. Ainda em fase de tratamento de resultados, a pesquisa envolveu consulta a mais de 15 mil estudantes do ensino básico em todo o país, além de professores, funcionários de escolas, diretores e pais envolvidos nos conselhos escolares. O objetivo foi levantar atitudes em relação a questões de gênero, raça e etnia, orientação sexual e deficiência física, entre outros temas.