Esse vídeo mostra como o transporte público é gerenciado no Brasil. O programa trata do caso de Poços de Caldas/MG, mas poderia ser de qualquer outra cidade brasileira que o resultado não seria muito diferente desse.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
ESSE É O RICARDO, OU SERIA O FAMOSO RICARDÃO!
Sempre há um caminho para os que buscam a liberdade. Está aí um exemplo de luta, força e determinação. Mostrando que quando se tem um sonho por maior que sejam os obstáculos, sempre há um meio de superá-los. Ou seja, como dizia Mahatma Gandhi: "Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer".
sábado, 10 de abril de 2010
DO BLOG VIOMUNDO - Índia Times: Lula, "o cara"
Brasília — Recentemente, a secretária de Estado dos Estados Unidos Hillary Clinton pressionou o presidente brasileiro Lula da Silva para que o Brasil se juntasse aos Estados Unidos na imposição de novas sanções contra o Irã. Lula rebateu Clinton dizendo que “não é prudente empurrar o Irã contra a parede”. Não é o que Clinton gostaria de ter ouvido de um país que tem um dos assentos não permanentes no Conselho de Segurança das Nações Unidas e faz lobby por um assento permanente.
Subsequentemente, em Tel Aviv, Lula chocou líderes israelenses por se negar a visitar o túmulo do pai do sionismo, Theodore Herzl. Em maio, Lula vai ao Irã para se encontrar com o presidente Ahmadinejad, uma decisão que jornais dos Estados Unidos descreveram como “não representativa de um país que aspira ser considerado um igual entre os líderes do mundo”. Lula está agindo como um líder mundial?
Caçoado pelos comentaristas do Brasil por sua gramática imprecisa, Lula se tornou um hit no palco mundial com seu estilo de homem comum. Na cúpula financeira sobre a crise global em Londres, no ano passado, ao ver Lula o presidente Barack Obama gritou: “Lá está o meu cara. Eu amo esse cara. Ele é o político mais popular da terra”. As declarações de Obama foram feitas apenas alguns dias depois do brasileiro ter atribuído a crise global ao “comportamente irracional dos brancos de olhos azuis que antes da crise pareciam saber tudo sobre economia”. As declarações de Lula fizeram a elite brasileira ranger os dentes.
A nove meses de deixar o poder, Lula viaja o mundo atacando a ONU pelo “sistema de castas”, o mundo rico em Copenhagen e em campanha por um maior papel global para “poderes emergentes” e pregando o “diálogo” com o Irã. Isso fez alguns observadores ocidentais se perguntarem se ele está seguindo os passos de Hugo Chávez como “gladiador da batalha antiimperialista”.
Nada mais distante da realidade. Lula se tornou um herói em casa e um estadista no mundo por razões genuínas. No Brasil, sua taxa de aprovação está em 76%, um recorde para um presidente em fim de mandato. Sua conquistas domésticas foram sem precedentes: desde 2003, ele mais que dobrou o salário mínimo para o equivalente a 300 dólares, ajudou a tirar 20 milhões de brasileiros da pobreza e derrubou a dívida pública para 35% do PIB (de 55%). No ano passado, os reais brasileiros foram a quinta moeda com melhor performance do mundo, a inflação caiu para 4% e o país navegou pela crise econômica mundial quase sem danos.
Graças aos programas sociais de Lula, os maiores beneficiários do crescimento foram os pobres para os quais o presidente, que cresceu engraxando sapatos e dividindo um quarto com a mãe e oito irmãos, é um símbolo de esperança. A popularidade de Lula é tão grande que ele até recebeu crédito pela descoberta de petróleo na costa do Brasil.
O país pode se tornar em breve o terceiro maior produtor de petróleo do mundo e Lula já anunciou planos para gastar a renda do petróleo com programas contra a pobreza.
Naturalmente, Lula cometeu erros. Houve escândalos no governo e ele tem sido criticado pela esquerda do Partido dos Trabalhadores por ter se movido “muito para o Centro”. Mas ninguém questiona sua maior conquista: o posicionamento do Brasil no mundo. Lula converteu o músculo econômico em influência global ao promover o comércio “sul-sul” e crescentes ligações políticas com países em desenvolvimento. O que explica suas posições sobre o Irã, com o qual o comércio do Brasil cresceu 40% desde 2003. A químic com Ahmadinejad é tão boa que Obama pediu ao Brasil que medie as relações do Irã com os Estados Unidos, algo que Lula adoraria fazer. Na passagem por Tel Aviv, Lula sugeriu “alguem com neutralidade” para mediar o processo de paz no Oriente Médio. E ele não queria dizer Tony Blair.
Uma vez caçoado pela elite que bebe caipirinha em Copacabana, que “temia” que Lula poderia envergonhar o Brasil no exterior, o ex-operário metalúrgico tem demonstrando um domínio sólido da política externa. Durante seu primeiro mandato, ele trabalhou por relações mais próximas com a Índia, a China e a África do Sul.
Hoje a China, não os Estados Unidos, é o maior parceiro comercial do Brasil. Jogando um papel crucial na criação da IBSA e da BASIC, dois grupos envolvendo o Brasil, a Índia, a China e a África do Sul, Lula se tornou a voz mais forte das nações emergentes em questões globais como as mudanças do clima e a crise financeira. Com o movimento dos não-alinhados morto, esses grupos se tornaram a voz da Ásia, da África e da América Latina em questões globais. Descrevendo Lula como “uma referência para os países emergentes e também para o mundo em desenvolvimento”, em 2009 um importante jornal francês escolheu Lula como “homem do ano”.
Lula é o homem do momento porque ele seguiu uma fórmula simples, a de reforçar a economia doméstica, desligando o sistema financeiro do Brasil dos Estados Unidos, cultivando relações com países emergentes e seguindo uma política externa independente. E é por isso que ele pode falar o que quer em qualquer assunto.
Chamem de sorte, mas a falta de líderes carismáticos em outras nações emergentes também ajudou. Hoje, a China e a Índia são lideradas por tecnocratas, não por líderes de massa, a África do Sul não produziu um líder conhecido desde Nelson Mandela e o presidente da Rússia Vladimir Putin não tem as credenciais democráticas. Neste cenário, Lula agarrou a oportunidade com as duas mãos. Um líder indiano com imaginação poderia ter escrito este papel para si próprio.
terça-feira, 6 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
DO PORTAL IG - Nasa perde comunicação com robô atolado em Marte
O robô Spirit não conseguiu fazer a comunicação prevista para essa semana com a Nasa (Agência Espacial Americana). Acredita-se que o envelhecido e atolado desbravador marciano tenha entrado em hibernação para sobreviver ao inverno do Planeta Vermelho. A previsão era de que ele se comunicasse com a sonda Odyssey na terça-feira (30).
"Nós estamos verificando outras possibilidades menos prováveis para a comunicação perdida, mas isso provavelmente indica que o Spirit teve uma falha de potência entre o dia 22 de março e a última terça-feira (30)", explica o gerente de projeto John Callas.
Operando em Marte desde 2004, o robô sobreviveu a invernos anteriores posicionando seus painíes solares na direção do sol. Porém ele está atolado na areia há quase um ano terrestre e com duas de suas seis rodas quebradas. Em janeiro deste ano a Nasa decidiu usá-lo como uma estação científica fixa.
(Imagem/Nasa)
A quantidade de luz solar que chega a seus painéis solares está diminuindo. De acordo com Callas, as conexões feitas com o Spirit recentemente mostram que a carga da bateria está menor.
O modo de hibernação suspende a comunicação e outras atividades para que a energia possa ir para o aquecimento e para a recarga da bateria. O Spirit foi projetado para acordar quando a bateria tiver carga suficiente e se comunicar dentro do cronograma.
"A expectativa é que o Spirit retome a comunicação assim que suas baterias tiverem carga suficiente", afirma Callas.
De acordo com a Nasa, as próximas semanas ficarão mais frias do que nunca, desde o pouso do robô em 2004. Apesar da baixa temperatura, os graus não devem ser superiores aos que o Spirit foi projetado para resistir, mas sua idade aumenta a incerteza de sobrevivência.
Spirit e seu gêmeo, Opportunity, foram lançados separadamente da Terra em 2003 e desembarcaram em lados opostos de Marte em janeiro de 2004 para o que estava previsto ser uma missão de três meses. O Opportunity continua a trajetória no planeta.
